História Verso
História do Brasil · Estado Getulista

O Estado Novo

A Carta de 1937 garantia liberdades civis e, no próprio texto, as suspendia. O regime que governou o Brasil por oito anos não estava nos artigos que se leem primeiro — estava nas disposições transitórias do fim.

193713 min de leitura4 fontes
Cartaz de propaganda do Estado Novo dirigido à juventude · Unknown author Unknown author · circa 1940
Cartaz de propaganda oficial dirigido à juventude, por volta de 1940. Peça produzida pelo próprio regime sobre si mesmo — é assim que o Estado Novo queria ser visto, o que já é um documento.
Cartaz de propaganda do Estado Novo dirigido à juventude · 1940 · Wikimedia Commons · Public domain
Pergunta orientadora

A Carta de 1937 assegurava as liberdades civis por escrito. Como um documento que garante liberdades pôde fundar oito anos de ditadura?

A resposta está no mesmo papel, algumas dezenas de artigos adiante. Quem lê a Carta do começo encontra uma constituição; quem lê do fim encontra o regime. Fausto avisa exatamente isso: uma passada de olho no corpo do texto não dá a chave do Estado Novo, porque boa parte dele jamais chegou a ser aplicada. O que valia estava nas disposições finais e transitórias.1

O regime não começou em 1937

Antes de qualquer coisa, uma correção de cronologia que a prova adora cobrar. Tratar novembro de 1937 como ruptura absoluta é engano, e Fausto o diz com todas as letras: várias das instituições e das práticas do Estado Novo já vinham ganhando forma entre 1930 e 1937. O que a data trouxe não foi a invenção delas — foi a integração num conjunto coerente.1

O melhor exemplo é um tribunal. O Tribunal de Segurança Nacional passou a funcionar em fins de outubro de 1936, mais de um ano antes do golpe, criado por lei aprovada pelo próprio Congresso. Nasceu com objetivo estreito — julgar os envolvidos na insurreição de 1935 — e acabou permanente, atravessando todo o Estado Novo.1

Um tribunal de exceção votado pelo Congresso
Vale demorar nesse detalhe. O órgão que julgaria os inimigos da ditadura foi criado por lei do Legislativo, em 1936, sob regime constitucional — e depois sobreviveu ao fechamento do Legislativo que o criara. A ditadura não precisou inventar o instrumento: encontrou-o pronto.

A Carta que se lê de trás para frente

Vejamos então o que estava guardado no fim do documento. A soma dos preceitos transitórios desenha um governo sem contrapesos:1

Dissolução geral. Parlamento, Assembleias estaduais e Câmaras Municipais foram extintos de uma vez. Novas eleições legislativas só ocorreriam depois de um plebiscito nacional a que a Constituição deveria ser submetida.1

Legislação por decreto. Enquanto esse plebiscito não viesse, o presidente ficava autorizado a expedir decretos-leis sobre toda matéria de competência federal. Como o plebiscito nunca foi convocado, o provisório virou o método de governo do período inteiro.1

Governadores sob tutela. Cabia ao presidente confirmar — ou não — o mandato de quem havia sido eleito nos estados, nomeando interventores onde negasse a confirmação.1

O artigo 186. É o mais direto de todos: declarou o estado de emergência em todo o território nacional, suspendendo assim as liberdades civis que a mesma Carta assegurava formalmente páginas antes.1

Expurgo administrativo. Outro preceito transitório — depois prorrogado sem prazo — permitia ao governo aposentar servidores civis e militares, na fórmula do próprio texto, “no interesse do serviço público ou por conveniência do regime”. A última expressão dispensa comentário.1

Página da Carta de 1937 · Governo Getúlio Vargas · 1937
Uma página da Carta de 1937. O documento inteiro está publicado, e é justamente por isso que ele engana: a leitura pelo começo mostra garantias que o fim do texto retira.
Página da Carta de 1937 · 1937 · Wikimedia Commons · Public domain
LembreO plebiscito previsto na Carta de 1937 chegou a acontecer?

Não. E é aí que mora o truque. A Carta condicionava as eleições legislativas à realização de um plebiscito que nunca foi convocado — de modo que o poder de governar por decreto-lei, previsto como transitório, durou todo o regime.

Questão 01múltipla escolha · sem placar
Fausto afirma que uma leitura superficial da Carta de 1937 não revela o funcionamento do Estado Novo. A razão é que:
  1. Incorreta. A dificuldade não é de linguagem. O problema é de localização: o essencial não está onde o leitor procura primeiro.

  2. Incorreta. A Carta foi publicada. O DIP, aliás, só seria criado dois anos depois, em dezembro de 1939.

  3. Incorreta. Não é o caso, e a Constituição de 1934 foi justamente descartada pelo golpe de novembro de 1937.

  4. Correta. É exatamente o argumento. Ali estavam a dissolução do Parlamento, o poder de baixar decretos-leis, o controle sobre os governadores e o artigo 186, que suspendeu as liberdades civis em todo o país.

  5. Incorreta. Dois erros. A Carta entrava em vigor imediatamente, e o plebiscito previsto jamais foi convocado — omissão que prolongou indefinidamente os poderes “transitórios”.

Escolha uma alternativa. A resposta aparece na hora, com justificativa.

Autoritário, não fascista

É comum ler que as iniciativas do governo Vargas se inspiravam no fascismo, e a semelhança de fachada existe. Fausto, porém, faz uma distinção que convém guardar — e ela é uma interpretação dele, não um consenso fechado entre historiadores. Para ele, a postura do regime foi autoritária, e não fascista.1

A diferença que ele aponta é de método, e a educação serve de teste. O Estado organizou o ensino de cima para baixo, sim; mas sem mobilizar grandemente a sociedade e sem montar uma formação escolar totalitária que ocupasse todo o universo cultural do aluno. Mesmo durante a ditadura, o que impregnou a escola foi uma mistura de valores hierárquicos com um conservadorismo de origem católica — não uma doutrinação fascista.1

A pasta da Educação, aliás, ficou nas mãos de políticos mineiros saídos da velha oligarquia estadual. Francisco Campos ocupou-a de novembro de 1930 a setembro de 1932, dedicando-se sobretudo ao ensino superior e secundário. Depois veio Gustavo Capanema, que ficou no ministério de 1934 a 1945.1

Francisco Campos, em novembro de 1930 · Unknown author Unknown author · November 1930
Francisco Campos fotografado em novembro de 1930, ao assumir a Educação. O mesmo homem redigiria a Carta de 1937 e, em 1964, colaboraria nas leis autoritárias do regime militar.
Francisco Campos, em novembro de 1930 · 1930 · Wikimedia Commons · Public domain

Quem governava junto

Centralizar não significou isolar-se. Fausto insiste que o Estado Novo não se descolou da sociedade: a representação dos interesses sociais mudou de forma sem desaparecer.1

Até novembro de 1937, esses interesses chegavam ao poder pelo Congresso — em especial pelos deputados classistas — e, fora dele, por alguns órgãos de governo. Fechado o Congresso, o caminho passou a ser outro: os órgãos técnicos dentro do próprio aparelho federal. O Conselho Federal de Comércio Exterior, ampliado, virou assessoria do governo em política econômica e uma das principais portas de entrada dos grupos privados, sobretudo industriais.1

Sintetizado pelo lado socioeconômico, o regime foi uma aliança entre a burocracia civil e militar e a burguesia industrial, com um objetivo imediato em comum: industrializar o país sem grandes abalos sociais. Cada parte chegava ali por um motivo próprio — a burocracia civil via na indústria o caminho da independência real do país; os militares, o fortalecimento econômico como peça de segurança nacional; os industriais, a constatação de que sem intervenção ativa do Estado o incentivo não viria.1

Essa aproximação tem data: cresceu a partir de 1933, depois da derrota da revolução paulista, e se fez sobretudo por três entidades — a FIESP, de Roberto Simonsen, a Confederação Nacional da Indústria, de Euvaldo Lodi, e a Federação Industrial de Minas, de Américo Giannetti.1

Aliados não são sócios
Fausto faz questão de separar aliança de identidade. Comparada aos técnicos do governo, a burguesia industrial era menos entusiasmada com o intervencionismo e menos dura contra o capital estrangeiro. O que ela queria, concretamente, era medidas de câmbio e tarifa de importação que protegessem a indústria já instalada aqui — não um projeto de Estado.

Houve também uma virada de rumo econômico. No período 1930–1937 não existia uma linha clara de estímulo à indústria: o governo se equilibrava entre interesses variados, os agrários inclusive. A partir do Estado Novo, a orientação muda.1

O reflexo aparece até na sala de aula. Capanema chegou a reformar o secundário, mas onde pôs energia mesmo foi no ensino técnico. A Lei Orgânica do Ensino Industrial, criada por decreto-lei em janeiro de 1942, tinha finalidade declarada: formar trabalhador qualificado para a fábrica.1

A voz do regime

A propaganda oficial também não nasceu com a ditadura — foi se adensando. Em 1931 surgiu o Departamento Oficial de Publicidade. Em 1934, dentro do Ministério da Justiça, veio o Departamento de Propaganda e Difusão Cultural, que operou até dezembro de 1939.1

Nessa data o Estado Novo montou o que era, na prática, um ministério da propaganda: o DIP — Departamento de Imprensa e Propaganda, subordinado diretamente ao presidente, que escolhia seus dirigentes principais. Suas atribuições cobriam cinema, rádio, teatro, imprensa e a chamada literatura social e política. O órgão barrava a entrada no país de publicações consideradas nocivas aos interesses brasileiros, atuava junto à imprensa estrangeira para evitar a circulação de informações tidas como danosas e comandava a transmissão diária do programa oficial de rádio.1

Questão 02múltipla escolha · sem placar
Sobre a organização do Estado Novo e sua relação com os grupos sociais, é correto afirmar que:
  1. Correta. É a leitura de Fausto. Centralização não significou descolamento da sociedade: os interesses continuaram chegando ao governo, apenas por outro canal.

  2. Incorreta. É o oposto do argumento. A representação mudou de forma, mas não deixou de existir — e os industriais em especial ganharam acesso pelos órgãos técnicos.

  3. Incorreta. A aliança existiu, mas sem identidade de opiniões. Os industriais eram menos radicais no apoio ao intervencionismo e menos enfáticos contra o capital estrangeiro.

  4. Incorreta. Entre 1930 e 1937 não houve linha clara de incentivo industrial: o governo se equilibrava entre interesses diversos, os agrários incluídos. A virada é posterior.

  5. Incorreta. A revolução paulista foi derrotada. Foi justamente a partir de 1933, depois dessa derrota, que a aproximação se intensificou.

Escolha uma alternativa. A resposta aparece na hora, com justificativa.

O fim, e a máquina que ficou

A guerra reposicionou o regime. O Brasil combateu o Eixo e, em abril de 1945, abriu relações diplomáticas com Moscou — algo que nunca havia feito antes, e gesto impensável numa ditadura que justificara a própria instauração pelo perigo comunista.1

Manifestação por Vargas no fim do Estado Novo, agosto de 1945 · Unknown Unknown · 21 August 1945
Manifestação a favor de Vargas em agosto de 1945, semanas antes de sua deposição. O ditador saiu do poder com rua a seu favor — o que ajuda a entender o que veio nas urnas em seguida.
Manifestação por Vargas no fim do Estado Novo, agosto de 1945 · 1945 · Wikimedia Commons · Public domain

Vem daí o desfecho mais instrutivo do período. Quando o país voltou a votar, a estrutura política que fora montada para sustentar a ditadura revelou-se igualmente eficiente para colher votos em eleição livre: o PSD conquistou maioria absoluta na Câmara e no Senado.1

Fausto extrai disso uma conclusão desconfortável sobre o eleitorado da época. Para uma parcela considerável dele, pesavam mais as relações pessoais e clientelistas do que a escolha entre defensores do Estado Novo e liberais — uma alternativa sem tradução na vida cotidiana e abstrata demais para um eleitorado de instrução rudimentar.1

Getúlio Vargas em retrato oficial de 1930 · Desconhecido. Colorida por Djalma Gomes Netto. · 1930-11
Vargas em retrato oficial de 1930, sete anos antes do golpe que lhe daria poderes plenos. A versão em cores é colorização posterior de uma fotografia em preto e branco.
Getúlio Vargas em retrato oficial de 1930 · 1930 · Wikimedia Commons · Public domain
Pontos sensíveis deste artigo
  • Ruptura que não foi ruptura — tratar novembro de 1937 como corte radical é engano, segundo Fausto. Instituições e práticas do regime vinham se formando desde 1930; a novidade foi terem sido integradas num conjunto coerente.
  • Onde está a ditadura dentro da Carta — não no corpo do texto, cheio de dispositivos nunca aplicados, mas nas disposições finais e transitórias — e o artigo 186, que decretou emergência nacional, suspendeu as liberdades que a mesma Carta garantia.
  • Plebiscito que nunca houve — a Carta condicionava as eleições legislativas a um plebiscito nacional jamais convocado. Foi essa omissão que tornou permanente o poder “transitório” de governar por decreto-lei.
  • Autoritário ou fascista — Fausto classifica o regime como autoritário, e não fascista, apontando a ausência de mobilização social ampla e de formação escolar totalitária. É posição historiográfica dele, em assunto que segue em debate — atribua ao autor, não trate como fato consumado.
  • Data do DIP — o DIP é de dezembro de 1939, dois anos depois do golpe. Antes dele houve o Departamento Oficial de Publicidade, de 1931, e o Departamento de Propaganda e Difusão Cultural, de 1934.
  • O tribunal veio antes do regime — o Tribunal de Segurança Nacional começou a funcionar em fins de outubro de 1936, criado por lei do Congresso e destinado a princípio apenas aos envolvidos na insurreição de 1935.

Material de estudo

Tudo o que você precisa para revisar este assunto está aqui — não é preciso procurar em outro site. Comece pelos flashcards, que testam o que você lembra, e use os diagramas para reconstruir o que faltou.

Flashcards · 1 de 10evocação · sem placar salvo

Tente responder de cabeça antes de virar. O esforço de lembrar é o que fixa — ler a resposta direto não treina nada.

De 1936 a 1945, em seis marcos

out 1936Tribunal deSegurançaNacional em açãonov 1937Carta outorgadainstaura o EstadoNovodez 1939DIP criado, sob opresidentejan 1942Lei Orgânica doEnsino Industrialabr 1945Relações com aUnião Soviética1945Fim do regime;PSD faz maioriaRepare que a linha começa antes do regime: o tribunal de exceção é de 1936, e o golpe é de 1937.
O primeiro marco é o mais revelador da linha inteira: o tribunal de exceção já operava um ano antes de existir a ditadura que ele serviria.

O que já estava pronto, e o que o regime montou

O QUE JÁ ESTAVA PRONTOO QUE O REGIME MONTOUInstituições de 1930–1937práticas e órgãos já vinhamtomando forma antes do golpeTribunal de exceçãoo TSN funciona desdeoutubro de 1936Indústria ao lado do governoaproximação a partir de 1933,após a derrota paulistaEstado Novo · nov 1937Carta outorgada; Congresso eAssembleias dissolvidosGoverno por decreto-leiestado de emergência nacionalpelo artigo 186Interesses por dentroórgãos técnicos substituema representação no CongressoPropaganda centralizadaDIP responde diretoao presidenteMáquina que sobreviveem 1945 ela elegea maioria absoluta
A coluna da esquerda é a resposta à pergunta mais frequente sobre o assunto: o golpe de 1937 organizou peças que já existiam, em vez de criá-las do zero.

As duas metades da Carta de 1937

O corpo da CartaLido em primeiro lugarMuitos dispositivos nunca aplicadosGarante formalmente liberdades civisPrevê plebiscito nacionalPrevê eleições para o ParlamentoAparência de constituiçãoAs disposições transitóriasOnde o regime realmente estavaDissolve Parlamento, Assembleias e CâmarasArtigo 186: emergência em todo o paísPresidente expede decretos-leisConfirma ou não governadores eleitosAposenta servidor por conveniência do regime
Um documento, dois textos. Se a questão perguntar onde estava a ditadura, a resposta é a coluna da direita.

Autoritário ou fascista: a distinção de Fausto

O que o Estado Novo fezOrganizou de cima para baixoCentralizou a propaganda no DIPValores hierárquicos e conservadoresConservadorismo de influência católicaFormou mão de obra para a fábricaFausto o classifica: autoritárioO que faltou para ser fascismoGrande mobilização da sociedadeFormação escolar totalitáriaDoutrinação de todo o universo culturalPartido único de massas enquadrando a vidaFausto: a inspiração é citada, masa forma fascista não se completou
Guarde este quadro como interpretação de Boris Fausto, e não como veredito fechado — a natureza do regime segue em disputa entre historiadores, e uma boa redação registra isso.

Mapa mental do assunto

Estado Novo1937–1945O instrumento legalCarta de 1937, por Francisco CamposDisposições transitóriasArtigo 186: emergência nacionalQuem sustentavaBurocracia civil e militarBurguesia industrialIndustrializar sem abalo socialComo falavaDIP, dezembro de 1939Cinema, rádio, teatro, imprensaSubordinado ao presidenteO que a prova erraNão foi corte radical com 1930–1937O plebiscito nunca aconteceuFausto o lê como autoritário
O ramo destacado reúne os três erros mais caros do assunto. Vale revisá-lo por último, na véspera.

Quadro-resumo para revisão rápida

ItemDado
Duraçãonovembro de 1937 a 1945
Instrumento legala Carta de 1937, redigida por Francisco Campos
Onde está o regime no textonas disposições finais e transitórias, não no corpo da Carta
Artigo 186declara estado de emergência em todo o país e suspende as liberdades civis
Poder legislativo do presidentedecretos-leis sobre toda matéria federal, enquanto não houvesse plebiscito
O plebiscitoprevisto na Carta e nunca convocado
Governadoresmandato confirmado ou não pelo presidente; interventor onde negasse
Funcionalismoaposentadoria “por conveniência do regime”, prorrogada sem prazo
Tribunal de Segurança Nacionalem funcionamento desde fins de outubro de 1936; virou permanente
Continuidadenão foi corte radical: as práticas vinham de 1930–1937 e ali se integraram
Classificação de Faustoregime autoritário, não fascista — sem mobilização de massas nem escola totalitária
Base socialburocracia civil e militar mais burguesia industrial
Canal dos interessesórgãos técnicos federais, com destaque para o Conselho Federal de Comércio Exterior
Entidades industriaisFIESP (Roberto Simonsen), CNI (Euvaldo Lodi), Federação Industrial de Minas (Américo Giannetti)
PropagandaDepartamento Oficial de Publicidade (1931) → Propaganda e Difusão Cultural (1934) → DIP (dezembro de 1939)
EducaçãoFrancisco Campos (1930–1932) e Gustavo Capanema (1934–1945); Lei Orgânica do Ensino Industrial em janeiro de 1942
Desfecho eleitoralem 1945 o PSD obtém maioria absoluta na Câmara e no Senado
Cada linha responde a uma pergunta que a questão de vestibular costuma fazer sobre o período 1937–1945.

Fontes

  1. FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp. Fonte principal deste artigo.
  2. CAPELATO, Maria Helena. Multidões em Cena: propaganda política no varguismo e no peronismo. Campinas: Papirus, 1998.
  3. GOMES, Angela de Castro. A Invenção do Trabalhismo. Rio de Janeiro: FGV, 2005.
  4. PANDOLFI, Dulce (org.). Repensando o Estado Novo. Rio de Janeiro: FGV, 1999.