Segunda Guerra Mundial
Para a Europa, ela começa em 1939. Para a China, dois anos antes. Lida nos papéis de época — um acordo assinado sem o país que perdia território, um pacto com protocolo secreto, duas invasões sem declaração de guerra, um comunicado sobre Hiroshima —, a guerra fica maior e menos simples do que no resumo escolar.

Chamberlain mostra a declaração anglo-alemã no aeródromo de Heston, 30 de setembro de 1938 · 1938 · Wikimedia Commons · Public domain
Em 7 de dezembro de 1941, o governo japonês entregou aos Estados Unidos uma nota que se queixava dos “sacrifícios” do Japão em quatro anos de guerra na China. Se a Segunda Guerra começou em 1939, de que guerra de quatro anos o Japão estava falando?
A data de 1939 é a da Europa. Ela vale para a Polônia, a França e a Grã-Bretanha, e é a que o calendário escolar consagrou. Mas os papéis da época mostram uma guerra com várias portas de entrada, abertas em anos diferentes, em continentes diferentes — e que só no fim de 1941 se juntaram num único conflito mundial.
Este texto foi construído sobre documentos de época — tratados, notas diplomáticas, discursos, uma reportagem, dois depoimentos juramentados — e sobre as notas de editor do Internet History Sourcebooks Project, da Universidade Fordham, com complementos do Avalon Project (Yale) e da biblioteca presidencial Truman. Não se apoia em obra de síntese historiográfica e é, por isso, mais provisório que um artigo que se apoie. Pelo mesmo motivo, não traz total de mortos: nenhum dos documentos lidos oferece um balanço verificado.
Primeira porta: a China, em 1937
Em dezembro de 1937, o exército japonês tomou Nanquim, então capital da República da China. Um repórter do New York Times, que deixou a cidade a bordo de um navio americano, mandou de Xangai, no dia 17, o relato publicado no dia seguinte.1
O que ele descreve não é combate. Os soldados chineses que depuseram as armas foram mortos; depois, as tropas vasculharam a cidade de casa em casa atrás de homens com marcas de mochila nos ombros, sinal de que tinham sido soldados, e os executaram em grupo — com eles, segundo o repórter, muitos que nada tinham a ver com o exército. Civis mortos apareciam em todas as ruas, entre eles velhos, mulheres e crianças. Quase todos os prédios foram saqueados. No cais, ele viu duzentos homens serem fuzilados contra um muro em dez minutos.1
A reportagem termina com uma previsão: ao devastar a cidade, o Japão aprofundava nos chineses justamente o antijaponismo que Tóquio dizia combater. A nota do editor do Sourcebook chama o episódio de um dos maiores horrores do século; nenhum dos textos lidos dá o número de mortos, e o artigo não o inventa.
Segunda porta: a Europa, entre Munique e a Polônia
Na Europa, a sequência começa com uma concessão. Em 29 de setembro de 1938, em Munique, Alemanha, Grã-Bretanha, França e Itália fixaram as condições para a cessão à Alemanha do território dos Sudetos, de população alemã, que pertencia à Tchecoslováquia. A evacuação começaria em 1º de outubro e terminaria até o dia 10; o governo tchecoslovaco responderia por qualquer instalação danificada. O país que perdia o território entrava no texto apenas como membro de uma comissão internacional — os quatro signatários foram Hitler, Chamberlain, Daladier e Mussolini.2
O primeiro-ministro britânico voltou a Londres com uma declaração anglo-alemã na mão e, diante de uma multidão, a chamou de paz com honra: “acredito que é a paz para o nosso tempo”.3 Ceder para evitar a guerra: é a política que ficou conhecida como apaziguamento, e que Roosevelt, antes de os Estados Unidos entrarem na guerra, condenaria em uma frase — nenhuma nação consegue apaziguar os nazistas.8
Menos de um ano depois, em 23 de agosto de 1939, Alemanha e União Soviética assinaram em Moscou um pacto de não agressão: nenhuma das duas atacaria a outra nem apoiaria um terceiro que a atacasse. O texto público parava aí. O protocolo adicional secreto, assinado por Ribbentrop e Molotov, dividia a Europa oriental em esferas de influência: a fronteira norte da Lituânia separava as duas no Báltico; na Polônia, a linha seguiria os rios Narew, Vístula e San; a URSS registrava interesse na Bessarábia. Se haveria ou não um Estado polonês independente, “só o desenvolvimento político posterior” diria.4

Molotov assina um acordo germano-soviético em Moscou, 1939, diante de Ribbentrop e Stálin · 1939 · Wikimedia Commons · Public domain
Em 1º de setembro, o embaixador francês em Berlim, Coulondre, entregou a Ribbentrop uma nota: tropas alemãs haviam cruzado a fronteira polonesa, e a França cumpriria suas obrigações com a Polônia se a Alemanha não recuasse. Em 3 de setembro, depois de um ultimato britânico rejeitado naquela manhã, Coulondre comunicou que a França entraria no conflito a partir das 17 horas. Ribbentrop respondeu: “Bem, será a França a agressora”. O embaixador anotou a própria réplica — a história julgaria.5
LembrePor que o pacto germano-soviético de agosto de 1939 ajuda a explicar o ataque à Polônia?
Porque o protocolo secreto já dividia a Polônia entre as duas potências, pela linha dos rios Narew, Vístula e San, e deixava em aberto a própria existência de um Estado polonês. A Alemanha podia atacar a oeste sem temer uma guerra com a URSS a leste. O texto público falava só em não agressão.
1940: a França ocupada, a Grã-Bretanha sozinha
O armistício assinado na floresta de Compiègne, em 22 de junho de 1940, tirou a França da guerra em termos que o próprio texto deixa claros. A Alemanha ocuparia o território ao norte e a oeste de uma linha traçada em mapa, com todos os direitos de potência ocupante; a administração francesa colaboraria com os comandantes alemães; e a França pagaria o custo das tropas de ocupação. Um artigo pouco lembrado obrigava o governo francês a entregar, quando pedido, qualquer alemão que o governo alemão indicasse, na França ou nas colônias.6 O texto não diz quem seriam essas pessoas — e vale perguntar quem, vivendo fora da Alemanha em 1940, o governo nazista teria interesse em reclamar.
Um mês antes, em 13 de maio, Winston Churchill havia se apresentado à Câmara dos Comuns como chefe de um governo de todos os partidos, com uma frase que virou símbolo: “não tenho nada a oferecer senão sangue, labuta, lágrimas e suor”. O objetivo, numa palavra, era a vitória — porque, sem ela, não haveria sobrevivência para o Império Britânico.7 Até um dos discursos mais citados do lado aliado fala em salvar um império.
Do outro lado do Atlântico, os Estados Unidos ainda não estavam em guerra. Franklin Roosevelt garantia que não mandaria tropas à Europa, mas pedia às fábricas aviões, navios e munições para quem lutava: “devemos ser o grande arsenal da democracia”. No mesmo discurso, lembrava que Suécia e Rússia mandavam aço, minério e petróleo à Alemanha todos os dias.8
Terceira porta: 1941, dois ataques sem declaração
Em 22 de junho de 1941, às 4 da manhã, a Alemanha invadiu a União Soviética. O ministro Molotov — o mesmo que assinara o pacto de 1939 — foi ao rádio dizer que o ataque viera sem reclamação prévia e sem declaração de guerra, e comparou a invasão à de Napoleão. A nota do editor do Sourcebook resume o balanço do pacto: deu à URSS dois anos para se preparar, mas encorajou a agressão de Hitler à Polônia.9
No Pacífico, a crise vinha das negociações entre Washington e Tóquio. Na nota de 26 de novembro de 1941, os Estados Unidos pediam que o Japão retirasse todas as suas forças militares e policiais da China e da Indochina, em troca do descongelamento recíproco de fundos e de um acordo comercial. A resposta japonesa foi entregue em 7 de dezembro, o dia do ataque a Pearl Harbor.10

O encouraçado USS Arizona em chamas em Pearl Harbor, 7 de dezembro de 1941 · 1941 · Wikimedia Commons · Public domain
A nota japonesa merece ser lida com atenção, porque fala a linguagem do anti-imperialismo. Diz que o Japão era o “fator de estabilidade” da Ásia Oriental e que buscava ali uma “nova ordem”; que as exigências americanas ignoravam os sacrifícios de quatro anos do “Incidente da China”; e que os países da região, “por duzentos anos ou mais”, tinham sido obrigados a aceitar o status quo sob uma política anglo-americana de “exploração imperialista”.10 Posta ao lado da reportagem de Nanquim, a mesma nota mostra o que a palavra “ordem” significava para quem estava do outro lado das baionetas.
Com o Japão em guerra contra os Estados Unidos e a Alemanha em guerra contra a URSS, as frentes se juntaram. Em 1º de janeiro de 1942, 26 governos assinaram em Washington a Declaração das Nações Unidas, comprometendo-se a não fazer paz em separado. Entre eles, a China — e a Índia, então sob domínio britânico. A Etiópia aderiu em julho de 1942; o Brasil, em 8 de fevereiro de 1943.14
A guerra de extermínio
Ao lado da guerra entre exércitos, correu outra, contra populações inteiras. Dois depoimentos dados sob juramento depois da derrota alemã mostram como ela funcionava.
O engenheiro Hermann Graebe, que dirigia a filial de uma construtora de Solingen, na Alemanha, com obras na Ucrânia, esteve em 5 de outubro de 1942 junto às valas de Dubno, onde os judeus da cidade estavam sendo fuzilados. Ele descreve caminhões trazendo pessoas com a marca amarela costurada na roupa, milicianos ucranianos fazendo-as descer sob vigilância de soldados da SS, famílias inteiras obrigadas a se despir e a esperar a vez, e um atirador sentado na borda da vala, fumando. O que mais chama a atenção no relato é a rotina: havia lugar certo para sapatos, roupas e roupa de baixo, e ninguém o mandou embora.12
O segundo depoimento é de quem comandava. Rudolf Hoess, comandante de Auschwitz, declarou em Nuremberg, em abril de 1946, que a “solução final” significava o extermínio completo dos judeus da Europa. Descreveu a seleção feita por médicos da SS na chegada dos trens — quem podia trabalhar entrava no campo, os demais iam direto para as câmaras de gás, e as crianças pequenas eram mortas sempre, por não servirem ao trabalho —, e o engano deliberado das vítimas, levadas a crer que passariam por desinfecção. E acrescentou um detalhe que desmonta a tese do desconhecimento: o cheiro da queima contínua de corpos tomava a região, e todos que viviam em volta sabiam o que acontecia ali.13
O depoimento traz cifras de vítimas. São estimativas do próprio réu, e o mesmo texto contém ao menos um nome de campo que não se confirma em nenhum outro documento lido. Nenhuma das fontes deste artigo traz um total verificado de mortos do Holocausto; em vez de repetir uma cifra de memória, a lacuna fica declarada.
Como acabou: duas rendições e uma bomba
Em fevereiro de 1945, em Yalta, na Crimeia, Roosevelt, Churchill e Stálin acertaram a conferência que criaria a nova organização mundial, zonas de ocupação na Alemanha — com uma para a França —, eleições “livres e sem entraves” na Polônia e um acordo reservado sobre o Japão: dois ou três meses depois da rendição alemã, a URSS entraria na guerra no Pacífico, recebendo em troca o sul de Sacalina e as ilhas Curilas.15
A rendição alemã foi assinada em Reims, às 2h41 de 7 de maio de 1945, por Jodl, em nome do Alto Comando alemão, perante os representantes do comando aliado ocidental e do comando soviético, com cessar-fogo marcado para as 23h01 do dia 8.16

A nuvem sobre Hiroshima, 6 de agosto de 1945 · 1945 · Wikimedia Commons · Public domain
No Pacífico, o comunicado do presidente Harry Truman de 6 de agosto de 1945 anunciou que, dezesseis horas antes, um avião americano havia lançado sobre Hiroshima uma única bomba, com mais força que 20 mil toneladas de TNT: uma bomba atômica. O texto descreve a cidade como “importante base do Exército japonês”, lembra que o Japão começara a guerra pelo ar em Pearl Harbor e ameaça, caso o ultimato de Potsdam continuasse recusado, uma “chuva de ruína vinda do ar”.17 O comunicado não menciona a população civil. Nenhum dos documentos lidos dá o número de mortos de Hiroshima, e o artigo não o inventa.
Em 2 de setembro de 1945, na baía de Tóquio, os representantes japoneses assinaram a rendição incondicional, aceitando a Declaração de Potsdam e submetendo a autoridade do imperador ao comandante supremo aliado. Assinaram pelo lado vencedor, entre outros, Estados Unidos, China, Reino Unido, URSS, Austrália, Canadá, França, Países Baixos e Nova Zelândia.16

Mamoru Shigemitsu assina a rendição do Japão a bordo do USS Missouri, 2 de setembro de 1945 · 1945 · Wikimedia Commons · Public domain
O que a guerra deixou escrito
Três papéis do período sobreviveram à guerra e continuam em uso.
A Carta do Atlântico, de 14 de agosto de 1941, assinada por Roosevelt e Churchill antes mesmo da entrada americana no conflito, declarava respeitar “o direito de todos os povos de escolher a forma de governo sob a qual viverão”.14 O texto não restringe esse direito à Europa ocupada; o que se fez dele fora da Europa é assunto do artigo sobre a descolonização.
A Carta do Tribunal de Nuremberg, anexa ao acordo de 8 de agosto de 1945, definiu três crimes de responsabilidade individual: crimes contra a paz (planejar ou travar guerra de agressão), crimes de guerra e crimes contra a humanidade — extermínio, escravização, deportação e perseguição de populações civis por motivo político, racial ou religioso. Dois artigos fecharam as saídas mais usadas pelos réus: ser chefe de Estado não isentava ninguém, e cumprir ordens superiores não eliminava a culpa.18 O mesmo artigo 6 limitava a competência do tribunal a quem agira no interesse do Eixo europeu: os atos dos vencedores ficavam fora.
Em 9 de dezembro de 1948, a Assembleia Geral da ONU aprovou a Convenção sobre o Genocídio: atos cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, como tal — em tempo de guerra ou de paz.19
- Base documental, não historiográfica — o artigo foi escrito a partir de documentos de época e notas de editor. Mostra o que governos, testemunhas e réus escreveram, não o balanço dos historiadores.
- 1939 é a data da Europa — na China, a guerra com o Japão já durava desde 1937, como a própria nota japonesa de 1941 reconhece. Para os Estados Unidos e o Pacífico, a data é dezembro de 1941.
- Nenhum total de mortos — nenhum documento lido traz balanço verificado da guerra, de Nanquim, de Hiroshima ou do Holocausto. As cifras do depoimento de Hoess são estimativas do próprio réu e não foram adotadas.
- Documentos são parte interessada — a nota japonesa, o pronunciamento de Molotov e o comunicado de Truman defendem o próprio lado. O comunicado de Truman chama Hiroshima de base militar e não fala dos civis.
- O pacto de 1939 tinha parte secreta — o texto público falava em não agressão; o protocolo adicional dividia a Polônia e o Báltico em esferas de influência e só foi conhecido depois.
- O tribunal julgou só um lado — a Carta de Nuremberg dava competência para julgar quem agiu no interesse do Eixo europeu. Isso não diminui os crimes julgados, mas é um limite real do tribunal.
Ficam de fora, por falta de documento entre os lidos: as grandes batalhas (Stalingrado, El Alamein, Midway, a Normandia), a resistência nos países ocupados, a guerra na África e no Sudeste Asiático, o bombardeio de cidades alemãs e japonesas, a bomba de Nagasáqui e os campos de internamento de japoneses nos Estados Unidos. Também não se dá número de vítimas em lugar nenhum: os documentos lidos não o trazem. A ascensão do fascismo e do nazismo está em outro artigo; a participação brasileira, também.
Material de estudo
Tudo o que você precisa para revisar este assunto está aqui — não é preciso procurar em outro site. Comece pelos flashcards, que testam o que você lembra, e use os diagramas para reconstruir o que faltou.
Oito anos, do cerco de Nanquim à baía de Tóquio
O mesmo projeto, dito e feito
Mapa mental do assunto
Quadro-resumo para revisão rápida
| Item | Dado |
|---|---|
| China (1937) | Nanquim tomada; execução de prisioneiros, civis mortos, saque (reportagem do NYT) |
| Munique (1938) | Sudetos cedidos à Alemanha; quatro potências assinam, a Tchecoslováquia não |
| Pacto (23/8/1939) | não agressão germano-soviética + protocolo secreto que divide Polônia e Báltico |
| Polônia | invadida em 1º/9/1939; França e Grã-Bretanha entram em 3/9 |
| Compiègne (22/6/1940) | França ocupada no norte e no oeste; paga a ocupação; entrega os alemães que Berlim indicar |
| Churchill (13/5/1940) | sangue, labuta, lágrimas e suor; vitória para salvar o Império |
| Roosevelt | EUA como “arsenal da democracia” antes de entrar na guerra |
| URSS (22/6/1941) | invadida sem declaração de guerra |
| Pearl Harbor (7/12/1941) | após nota dos EUA exigindo retirada da China e da Indochina |
| Nações Unidas (1/1/1942) | 26 governos, entre eles China e Índia; Brasil adere em 1943 |
| Extermínio | fuzilamentos (Dubno, 1942); câmaras de gás e seleção em Auschwitz (Hoess) |
| Fim na Europa | rendição em Reims, 7/5/1945, perante aliados ocidentais e soviéticos |
| Fim na Ásia | Hiroshima (6/8/1945); rendição em Tóquio, 2/9/1945 |
| Herança jurídica | Carta do Atlântico (autogoverno), Nuremberg (crimes contra a humanidade), Convenção sobre Genocídio (1948) |
Fontes
- TILLMAN [DURDIN], F. “All Captives Slain”, The New York Times, 18 de dezembro de 1937. Em: “The Nanking Massacre, 1937”, Internet Modern History Sourcebook, Fordham University. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/nanking.asp
- Acordo de Munique entre Alemanha, Grã-Bretanha, França e Itália, 29 de setembro de 1938. Avalon Project, Yale Law School. avalon.law.yale.edu/imt/munich1.asp
- CHAMBERLAIN, Neville. “Peace in Our Time”, 30 de setembro de 1938, excerto. Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/1938PEACE.asp
- Pacto de não agressão germano-soviético e protocolo adicional secreto, Moscou, 23 de agosto de 1939. Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/1939pact.asp
- The French Yellow Book, documentos nº 345 (1º de setembro de 1939) e nº 367 (3 de setembro de 1939), trad. inglesa oficial. Avalon Project. avalon.law.yale.edu/wwii/ylbk345.asp e ylbk367.asp
- Armistício franco-alemão, Compiègne, 22 de junho de 1940. Avalon Project. avalon.law.yale.edu/wwii/frgearm.asp
- CHURCHILL, Winston. “Blood, Toil, Tears and Sweat”, Câmara dos Comuns, 13 de maio de 1940. Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/churchill-blood.asp
- ROOSEVELT, Franklin D. “America, the Arsenal of Democracy”, excertos. Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/roosevelt-arsenal.asp
- MOLOTOV, Viatcheslav. Pronunciamento pelo rádio sobre a invasão alemã, 22 de junho de 1941, trad. inglesa, com nota do editor. Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/1941molotov.asp
- “Pearl Harbor Attack Documents, 1941” (nota dos EUA de 26 de novembro e nota japonesa de 7 de dezembro de 1941), compilação de Larry W. Jewell. Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/1941PEARL.asp
- ROOSEVELT, Franklin D. “A Call for Sacrifice”, 28 de abril de 1942. Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/1942roosevelt-sacrifice.asp
- GRAEBE, Hermann Friedrich. Declaração sob juramento sobre o fuzilamento em Dubno, 5 de outubro de 1942, versão inglesa em L. Poliakov, Harvest of Hate (1954). Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/1942graebe.asp
- HOESS, Rudolf. Declaração juramentada, Nuremberg, 5 de abril de 1946 (doc. 3868-PS). Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/1946hoess.asp
- Carta do Atlântico, 14 de agosto de 1941, e Declaração das Nações Unidas, 1º de janeiro de 1942. Avalon Project. avalon.law.yale.edu/wwii/atlantic.asp e avalon.law.yale.edu/20th_century/decade03.asp
- Protocolo da Conferência da Crimeia (Yalta), fevereiro de 1945. Avalon Project. avalon.law.yale.edu/wwii/yalta.asp
- Ato de rendição militar alemã, Reims, 7 de maio de 1945, e Instrumento de Rendição do Japão, baía de Tóquio, 2 de setembro de 1945. Avalon Project. avalon.law.yale.edu/wwii/gs3.asp e avalon.law.yale.edu/wwii/j4.asp
- TRUMAN, Harry S. Comunicado anunciando o uso da bomba atômica em Hiroshima, 6 de agosto de 1945. Harry S. Truman Library, Public Papers. trumanlibrary.gov
- Carta do Tribunal Militar Internacional (Nuremberg), anexa ao acordo de 8 de agosto de 1945. Avalon Project. avalon.law.yale.edu/imt/imtconst.asp
- ONU. Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, Resolução 260 (III) A, 9 de dezembro de 1948. Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/UN-GENO.asp
- HALSALL, Paul (ed.). Internet Modern History Sourcebook, seções “World War II” e “Holocaust”. Fordham University. Fonte das notas de editor citadas.