Independência dos Estados Unidos
Em 1765 eles juravam ao rei a mesma lealdade dos nascidos na Inglaterra. Em 1776 o chamaram de tirano e declararam que todos os homens nascem iguais — enquanto riscavam do texto a condenação do tráfico de escravizados. A independência americana lida pelos documentos que a fizeram, e por quem ficou fora deles.

A comissão de redação apresenta a Declaração ao Congresso, por John Trumbull, 1819 · 1819 · Wikimedia Commons · Public domain
Em 1765, os delegados das colônias inglesas da América do Norte juravam ao rei “a mesma lealdade” devida pelos nascidos na Inglaterra. Onze anos depois, chamaram esse rei de tirano e declararam que todos os homens são criados iguais. O que fez súditos leais virarem um “povo” à parte — e quem esse povo deixou de fora?
A maneira mais curta de responder é acompanhar uma palavra: “nós”. Cada documento do período diz quem está falando e em nome de quem. Lidos em sequência, eles mostram o sujeito mudar — de súdito britânico a inglês de direitos, de inglês a americano — e mostram também quem nunca entrou nele.
A base são documentos produzidos na hora: resoluções de congressos, uma proclamação real, um panfleto, tratados, uma petição — reunidos ou indicados pelo Internet History Sourcebooks, projeto de fontes da Universidade Fordham, e lidos nele ou no Avalon Project, da Universidade Yale, e no Arquivo Nacional americano. Sem uma obra de síntese por trás, o texto é mais provisório do que seria com ela: os documentos mostram o que seus autores afirmavam, não o juízo dos historiadores sobre a revolução.
1763: a linha que o rei traçou
O ponto de partida é o fim de uma guerra. O tratado de paz assinado em Paris em fevereiro de 1763 tinha garantido à Coroa britânica “extensas e valiosas aquisições na América”. Em 7 de outubro, o rei Jorge III assinou uma proclamação para organizá-las — criando, entre outros, o governo do Quebec e os das duas Flóridas. Um trecho dela pesaria mais que os outros: todas as terras a oeste das nascentes dos rios que correm para o Atlântico ficavam reservadas aos povos indígenas “como seus territórios de caça”. Os colonos estavam proibidos de comprar terras ali ou de se instalar, e quem já tivesse se instalado devia sair.1
O texto admite o motivo: tinham ocorrido “grandes fraudes e abusos” na compra de terras dos indígenas, para descontentamento deles. Daí em diante, terra indígena só poderia ser comprada pela Coroa, em assembleia pública dos próprios indígenas convocada pelo governador.1 Para quem morava no litoral, era uma regra de administração. Para quem vivia na fronteira, era um muro.
Como pensava a fronteira aparece num protesto de 1764, enviado ao governo da Pensilvânia por dois porta-vozes dos condados do interior. Eles se dizem “fiéis e leais súditos de Sua Majestade”, pedem que nenhum indígena, de tribo alguma, possa viver nas áreas povoadas enquanto durar a guerra — os que viviam ali como aliados eram, para eles, todos “pérfidos” — e reclamam que o governo deixou de pagar recompensa por escalpos de indígenas, como fizera na guerra anterior.2 O editor do Sourcebook resume: um pedido de remoção dos indígenas.
Os textos de época chamam os povos indígenas de “Indians” e, com frequência, de “selvagens”. O artigo cita a palavra quando ela está no documento, porque ela é parte do argumento de quem escreveu — e não porque descreva aqueles povos.
1765: súditos que pediam para ser ouvidos
A primeira reação coletiva das colônias não foi contra a fronteira, e sim contra um imposto. Em 19 de outubro de 1765, delegados das colônias reunidos contra a Lei do Selo — a lei do Parlamento que criava “certos impostos do selo” nas colônias — aprovaram resoluções que começam pela lealdade: os súditos das colônias devem à Coroa a mesma obediência que os nascidos no reino, e “toda a devida subordinação” ao Parlamento.3
O argumento vem a seguir e cabe numa linha: é direito indiscutível dos ingleses que nenhum imposto seja cobrado sem o seu consentimento, dado por eles ou por seus representantes. Como os colonos não estavam nem podiam estar representados na Câmara dos Comuns, só as assembleias das próprias colônias podiam tributá-los.3 Não se pedia separação. Pedia-se o tratamento de ingleses.

Folha de rosto de Common Sense, de Thomas Paine, Filadélfia, 1776 · 1776 · Wikimedia Commons · Public domain
1774: de súditos a ingleses com direitos naturais
Nove anos depois, o tom é outro. Em 14 de outubro de 1774, o Primeiro Congresso Continental, reunido em Filadélfia com delegados de doze colônias, abriu sua declaração com uma lista de leis que chamou de “injustas e cruéis”: o fechamento do porto de Boston, a mudança do governo de Massachusetts, a obrigação de alojar tropas e a lei que, no Quebec, estabelecia a religião católica e abolia as leis inglesas.4
A mudança está na base dos direitos reclamados. Em 1765 eles vinham da condição de ingleses. Em 1774 vêm de três fontes somadas: as “leis imutáveis da natureza”, a constituição inglesa e as cartas das colônias. A primeira resolução diz que os colonos têm direito à vida, à liberdade e à propriedade — bens de que nunca deram a poder estrangeiro algum o direito de dispor sem consentimento.4 O Congresso ainda aceitava que o Parlamento regulasse o comércio externo do império, mas não que cobrasse imposto. E decidiu boicotar: nem importar, nem consumir, nem exportar.
Um detalhe do texto merece atenção. As leis britânicas, diz a declaração, demonstravam “um sistema formado para escravizar a América”.4 A palavra era usada por homens livres, muitos deles donos de escravizados, para falar de impostos.
LembreO que mudou entre as resoluções de 1765 e as de 1774?
Em 1765, os colonos se apresentavam como súditos leais e reclamavam os direitos de qualquer inglês. Em 1774, somavam a essa base as leis da natureza, reagiam a medidas mais duras — como o fechamento do porto de Boston — e passavam do pedido ao boicote comercial. Ainda não falavam em separação.
1775: armas na mão, mas sem separação
Em 19 de abril de 1775, o general Gage — o mesmo governador a quem, como se verá adiante, escravizados de Massachusetts tinham escrito um ano antes — mandou de Boston um destacamento que entrou em choque com moradores em Lexington e Concord. A versão do Congresso, escrita em julho, fala em ataque “não provocado” e em oito habitantes mortos em Lexington.5 A Declaração das causas de pegar em armas anuncia que os colonos estão decididos a “morrer homens livres a viver como escravos”.
E, mesmo assim, recusa a ruptura. O texto garante aos “amigos e concidadãos” do império que não pretende dissolver a união com a Grã-Bretanha: os colonos não tinham levantado exércitos com o plano ambicioso de se separar e fundar Estados independentes.5 Um ano antes da independência, o Congresso que a declararia ainda negava querê-la.
Janeiro de 1776: o panfleto que propôs o rompimento
O que destravou a palavra foi um panfleto. Common Sense, de Thomas Paine, saiu em Filadélfia em janeiro de 1776 e mudou o alvo da crítica: não eram só os ministros ou o Parlamento; era a própria monarquia hereditária, e era a ligação com a Inglaterra.6
Paine começa separando sociedade e governo. A sociedade nasce das nossas necessidades; o governo, da nossa maldade — e por isso, mesmo no melhor caso, é um “mal necessário”. Depois ataca a ideia de metrópole como mãe: não é a Inglaterra, e sim a Europa inteira, a pátria de origem da América, refúgio de perseguidos de todas as partes. E inverte a geografia do império com uma imagem tirada da astronomia: há algo de absurdo em supor “um continente governado para sempre por uma ilha”, pois a natureza nunca fez o satélite maior que o planeta.6
O argumento final é comercial. Os grãos americanos encontrariam preço em qualquer mercado da Europa; a ligação com a Grã-Bretanha só arrastava a América para as guerras europeias e arruinava seu comércio a cada conflito. Daí a fórmula que fecha o raciocínio: “é hora de separar”.6
Julho de 1776: um povo que se declara
Thomas Jefferson deixou, numa autobiografia escrita a partir de 1821, o relato de como a decisão foi tomada. Em 7 de junho de 1776, os delegados da Virgínia propuseram que as colônias fossem declaradas Estados livres e independentes, que se buscasse ajuda de potências estrangeiras e que se formasse uma confederação. Os que pediam espera — não contra a separação, mas contra o momento — lembravam que ainda não se sabia se a França aceitaria uma aliança. Os favoráveis respondiam que não se tratava de tornar as colônias o que elas não eram, e sim de declarar um fato que já existia.8
Uma comissão de cinco — John Adams, Benjamin Franklin, Roger Sherman, Robert Livingston e Jefferson — ficou encarregada do texto, e a comissão pediu a Jefferson que o redigisse. Em 2 de julho, as doze colônias autorizadas a votar aprovaram a independência; Nova York se absteve porque suas instruções eram antigas, e só depois aderiu. O texto da Declaração foi debatido nos dias 2, 3 e 4 e aprovado na noite do dia 4.8
A Declaração tem duas partes que costumam ser lidas separadas. A primeira é a que todo mundo conhece: as verdades “evidentes por si”, de que todos os homens são criados iguais, com direitos inalienáveis à vida, à liberdade e à busca da felicidade; de que os governos existem para garantir esses direitos e tiram seu poder do consentimento dos governados; e de que, quando um governo os destrói, o povo tem o direito de mudá-lo ou aboli-lo.7
A segunda parte, muito mais longa, é uma lista de acusações contra o rei. Algumas repetem as queixas de 1765 e 1774: impostos sem consentimento, exército em tempo de paz, comércio cortado “com todas as partes do mundo”, as leis inglesas abolidas numa província vizinha. Outras são novas. Uma delas acusa o rei de ter dificultado a ocupação de terras novas. A última acusa-o de ter tentado lançar sobre os habitantes da fronteira “os impiedosos índios selvagens”.7 O povo que se declarava livre se definia, também, contra quem estava do outro lado da linha de 1763.

A Declaração de Independência, fac-símile gravado por William Stone em 1823 · 1776 · Wikimedia Commons · Public domain
A frase que foi cortada
Jefferson reproduz na autobiografia o texto que apresentou ao Congresso, marcando o que foi retirado. Entre as acusações ao rei havia uma sobre o tráfico de africanos: Jorge III teria travado “guerra cruel contra a própria natureza humana”, capturando e levando para a escravidão, em outro hemisfério, pessoas de um povo distante que nunca o ofendera, e vetando toda tentativa das colônias de proibir esse “comércio execrável”.8
O Congresso cortou a passagem. A explicação de Jefferson é direta: o corte foi feito por condescendência à Carolina do Sul e à Geórgia, que nunca tinham tentado restringir a importação de escravizados e queriam continuá-la. E ele acrescenta que os “irmãos do norte” também se sentiram tocados, porque, embora tivessem poucos escravizados, tinham sido transportadores consideráveis deles para outros.8
Vale ler o trecho cortado com o mesmo cuidado. Ele punha a culpa do tráfico no rei, e não nos colonos que compravam os africanos; e terminava acusando-o de incitar os escravizados a se rebelar contra os senhores. A condenação existia, mas como mais uma acusação contra Londres.
Quem não cabia no “nós”
Dois anos antes da Declaração, em 25 de maio de 1774, um grupo de escravizados de Massachusetts entregou ao governador britânico, Thomas Gage, uma petição. Ela usa a mesma linguagem dos congressos: eles têm, “em comum com todos os outros homens”, um direito natural à liberdade; são um povo nascido livre, que nunca perdeu essa condição por pacto algum, e foram arrancados de seus pais, de um país populoso e farto, para serem escravos por toda a vida “numa terra cristã”. Pedem uma lei que os liberte e que torne livres seus filhos aos 21 anos.9
O argumento é o dos colonos, aplicado por quem eles não incluíam. O editor do Sourcebook observa que os líderes brancos da revolução, em geral, não viram que a linguagem dos direitos universais condenava a escravidão. E vai além, numa opinião que é dele e que deve ser lida como tal: na sua avaliação, sem a revolução a escravidão talvez tivesse acabado antes nas colônias, já que os mesmos argumentos levaram o Império Britânico a proibi-la em 1833, enquanto nos Estados Unidos ela duraria cerca de mais noventa anos.9
A Constituição de 1787 deixou a exclusão escrita. Para dividir deputados e impostos entre os Estados, contavam-se as “pessoas livres”, excluíam-se os “índios não tributados” e somavam-se três quintos de “todas as outras pessoas” — a forma que o texto encontrou para falar dos escravizados sem usar a palavra. O Congresso ficava proibido de barrar a importação dessas pessoas antes de 1808, e quem fugisse para outro Estado devia ser devolvido a quem reclamasse seus serviços.13
LembrePor que a petição de 1774 a Gage é importante para entender a Declaração de 1776?
Porque mostra que a linguagem dos direitos naturais não era exclusiva dos líderes coloniais: escravizados a usaram para pedir liberdade, e a um governador britânico. A Declaração usou a mesma linguagem, mas o Congresso cortou a única passagem sobre o tráfico. A universalidade estava no texto; a exclusão, na prática.
Uma guerra que precisou da França
Os debates de junho de 1776 já giravam em torno de um aliado externo. Ele veio em 6 de fevereiro de 1778, com o Tratado de Aliança entre os Estados Unidos e a França. O fim declarado da aliança era manter a “liberdade, soberania e independência absoluta” dos Estados Unidos, e os dois lados prometiam não fazer a paz em separado. O rei francês renunciava a qualquer parte do continente norte-americano que tivesse sido britânica — e ficava com as ilhas do golfo do México que conseguisse tomar dos ingleses.10 A França lutava pela independência alheia de olho nas ilhas do Caribe.
A paz foi assinada em Paris em 3 de setembro de 1783. O primeiro artigo do tratado reconhece as treze antigas colônias, uma por uma, como Estados “livres, soberanos e independentes”; o segundo leva a fronteira oeste até o rio Mississippi. O sétimo manda os britânicos se retirarem sem levar “negros ou outras propriedades” dos habitantes americanos.12 Os povos indígenas que viviam entre os Apalaches e o Mississippi — as terras que a proclamação de 1763 lhes reservara — não são mencionados em nenhum artigo.

Última página do Tratado de Paris, 3 de setembro de 1783 · 1783 · Wikimedia Commons · Public domain
De uma liga de Estados a uma União
Independentes, as treze antigas colônias ainda precisavam decidir o que eram juntas. A primeira resposta foram os Artigos da Confederação, aprovados pelo Congresso em novembro de 1777 e em vigor a partir de março de 1781. O texto é explícito: cada Estado conserva “sua soberania, liberdade e independência”, os Estados formam entre si uma “firme liga de amizade”, e no Congresso cada um tem um voto.11
A Constituição assinada em 17 de setembro de 1787 muda o sujeito da primeira frase. Não são mais os Estados que se associam: é “Nós, o povo dos Estados Unidos” que estabelece a Constituição para formar “uma união mais perfeita”.13 O “nós” que em 1765 era de súditos chegava ao fim do período como o fundamento do novo Estado. Os parágrafos sobre os três quintos e sobre os fugitivos, no mesmo documento, mostram até onde ele ia.

Primeira página da Constituição dos Estados Unidos, 1787 · 1787 · Wikimedia Commons · Public domain
- Base documental, não historiográfica — o artigo foi escrito a partir de documentos de época e de notas de editor. Mostra o que congressos, panfletários e peticionários escreveram, não o balanço dos historiadores sobre as causas e o caráter da revolução.
- Independência não é igualdade — a Declaração afirma que todos os homens são criados iguais, mas o mesmo Congresso cortou a passagem sobre o tráfico e a Constituição de 1787 manteve a escravidão. Ler a frase sem o contexto é erro comum de prova.
- A opinião do editor — a ideia de que a escravidão teria acabado antes sem a revolução é uma interpretação de Paul Halsall, apresentada como tal. Não é consenso, e o artigo não a adota como fato.
- Memória escrita décadas depois — o relato de Jefferson sobre junho e julho de 1776 foi escrito a partir de 1821, quando ele tinha 77 anos. É testemunho de participante, sujeito a falhas de memória e ao interesse de quem escreve.
- A data do Tratado de Paris — o cabeçalho da página do Avalon traz “30 de setembro”, mas o próprio texto do tratado, e a página original assinada, dizem “três dias de setembro” de 1783. Vale o texto.
- A palavra “selvagens” — aparece nos documentos de época e é citada entre aspas como parte do argumento deles. Não é termo do artigo.
Sem documento lido, ficam de fora: a Festa do Chá de Boston (os textos lidos mencionam o fechamento do porto, não o episódio), as batalhas da guerra depois de Lexington — Saratoga e Yorktown só aparecem em links externos do Sourcebook —, os legalistas que ficaram do lado do rei, a participação de mulheres e o papel da Espanha. A Lei do Selo aparece só pelo protesto das colônias, não pelo texto da lei.
Há também uma lacuna de voz: os documentos lidos falam sobre os povos indígenas — a proclamação real, o protesto da fronteira, a Declaração, o tratado — mas nenhum deles foi escrito por indígenas sobre a revolução. Como esses povos viveram a guerra e a perda da proteção de 1763 não pode ser contado a partir destas fontes.
Material de estudo
Tudo o que você precisa para revisar este assunto está aqui — não é preciso procurar em outro site. Comece pelos flashcards, que testam o que você lembra, e use os diagramas para reconstruir o que faltou.
De súditos a povo, em 24 anos
O mesmo Congresso, um ano depois
Mapa mental do assunto
Quadro-resumo para revisão rápida
| Item | Dado |
|---|---|
| Proclamação (1763) | oeste reservado aos indígenas; colonos proibidos de ocupar |
| Fronteira (1764) | colonos da Pensilvânia pedem remoção dos indígenas |
| Lei do Selo (1765) | sem representação, sem imposto; ainda súditos leais |
| Congresso (1774) | leis da natureza + direitos de ingleses; porto de Boston; boicote |
| Petição a Gage (1774) | escravizados reivindicam o direito natural à liberdade |
| Armas (1775) | Lexington e Concord; separação ainda negada |
| Common Sense (1776) | contra a monarquia e a ligação com a Inglaterra; “é hora de separar” |
| Declaração (1776) | aprovada em 4 de julho; consentimento dos governados; passagem sobre o tráfico cortada |
| França (1778) | aliança pela independência; ilhas do golfo para a França |
| Paris (1783) | 3 de setembro: treze Estados reconhecidos; fronteira no Mississippi |
| Confederação (1781) | cada Estado soberano, um voto por Estado |
| Constituição (1787) | “Nós, o povo”; três quintos; tráfico protegido até 1808 |
Fontes
- JORGE III. Proclamação Real de 7 de outubro de 1763. Avalon Project, Lillian Goldman Law Library, Yale. avalon.law.yale.edu/18th_century/proc1763.asp
- SMITH, Matthew; GIBSON, James. “Remonstrance” dos habitantes da fronteira da Pensilvânia sobre os índios (1764), em Minutes of the Provincial Council of Pennsylvania, vol. 9 (1852). Internet Modern History Sourcebook, Fordham University. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/1764indians-penn.asp
- CONGRESSO DA LEI DO SELO. Resoluções de 19 de outubro de 1765. Avalon Project, Yale. avalon.law.yale.edu/18th_century/resolu65.asp
- PRIMEIRO CONGRESSO CONTINENTAL. Declaração e Resoluções, 14 de outubro de 1774, em Documents Illustrative of the Formation of the Union of the American States (1927). Avalon Project, Yale. avalon.law.yale.edu/18th_century/resolves.asp
- SEGUNDO CONGRESSO CONTINENTAL. Declaração das causas e da necessidade de pegar em armas (6 de julho de 1775). Avalon Project, Yale. avalon.law.yale.edu/18th_century/arms.asp
- PAINE, Thomas. Common Sense (janeiro de 1776), texto integral. Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/paine-common.asp
- CONGRESSO CONTINENTAL. Declaração de Independência, 4 de julho de 1776, em Documents Illustrative of the Formation of the Union of the American States (1927). Avalon Project, Yale. avalon.law.yale.edu/18th_century/declare.asp
- JEFFERSON, Thomas. Autobiography, 1743–1790 (escrita a partir de 1821), com o texto original da Declaração e as partes cortadas pelo Congresso. Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/jefferson-autobio.asp
- PETIÇÃO de “um grande número de negros desta província” ao governador Thomas Gage, Massachusetts, 25 de maio de 1774, com nota introdutória de Paul Halsall. Internet Modern History Sourcebook. sourcebooks.fordham.edu/halsall/mod/1774slavesappeal.asp
- ESTADOS UNIDOS e FRANÇA. Tratado de Aliança, 6 de fevereiro de 1778. Avalon Project, Yale. avalon.law.yale.edu/18th_century/fr1788-2.asp
- ESTADOS UNIDOS. Artigos da Confederação (aprovados pelo Congresso em 15 de novembro de 1777; em vigor em 1º de março de 1781). Avalon Project, Yale. avalon.law.yale.edu/18th_century/artconf.asp
- GRÃ-BRETANHA e ESTADOS UNIDOS. Tratado definitivo de paz, Paris, 3 de setembro de 1783. Avalon Project, Yale. avalon.law.yale.edu/18th_century/paris.asp
- ESTADOS UNIDOS. Constituição de 17 de setembro de 1787, transcrição. National Archives (archives.gov/founding-docs/constitution-transcript).
- HALSALL, Paul (ed.). Internet Modern History Sourcebook, seção “American Independence” e notas aos documentos. Fordham University. Fonte de todas as notas de editor citadas.